| 000 | 02034nab a2200325 a 4500 | ||
|---|---|---|---|
| 005 | 20210219162148.0 | ||
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| 035 | _aUPN01000198839 | ||
| 049 | _aART-E | ||
| 100 | 1 | _aGalindo, Dolores | |
| 100 | 1 | _udolorescristinagomesgalindo@gmail.com | |
| 100 | 1 | _aSilveira Lemos, Flávia | |
| 100 | 1 | _aRodrigues, Renata | |
| 222 | _aATHENEA DIGITAL : REVISTA DE PENSAMIENTO E INVESTIGACION SOCIAL | ||
| 245 | _aA vida como biocapital - futuros biológicos, una aposta dos bancos privados de células - tronco de cordao umbilical no Brasil | ||
| 260 | _aEspaña | ||
| 300 | _a255-274 | ||
| 362 | 0 | _a2014 Vol. 14, no. 2 | |
| 520 | 3 | _aCom o desenvolvimento da biotecnomedicina contemporânea aliada ao neoliberalismo, a saúde e a vida são entrelaçadas a um emergente mercado de biocapitais. Nas camadas médias brasileiras, ao lado das preconizadas preocupações com a saúde do recém-nascido, busca-se, também, garantir o futuro por meio da contratação de biobancos privados especializados na coleta e armazenamento de célulastronco do cordão umbilical e tecido placentário. Tais empresas adquirem condições de existência numa lógica neoliberal baseada no medo e pela colocação em cena de mecanismos de segurança que atuam enquanto anteparos às incertezas que assolam, cada vez mais, as práticas de governo da vida. Mobilizados pela bioeconomia, o sangue do cordão umbilical e do tecido placentário são transformados em capitais de risco biológico que oferecem a participação na promessa de uma biotecnologia comercial e uma aposta na cura de doenças existentes e outras sequer imaginadas. | |
| 653 | 0 | _aBIOPOLITICA | |
| 653 | 0 | _aDISPOSITIVOS DE SEGURIDAD | |
| 653 | 0 | _aBIOBANCOS | |
| 653 | 0 | _aCELULAS MADRE | |
| 856 | 4 | _uhttp://atheneadigital.net/article/view/v14-n2-galindo/pdf | |
| 905 | _aArticulo | ||
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| 337 | _acomputadora$2rdamedia | ||
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